Investidores BrasilConhecimento para a vida Investidores BrasilConhecimento para a vida Empresários alegam que Lula ao acabar com a desoneração da folha em parceria com STF, gera insegurança jurídica e compromete empregos INVESTIDORES BRASIL Governo Lula 3CarreiraJustiça 28 de abril de 2024 Atualização 28 de abril de 2024 By Lucy Costa Compartilhado Facebook X Pinterest WhatsApp Linkedin ReddIt Email Telegram A decisão do ministro Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula, em conceder uma liminar para suspender a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia preocupa empresários do setor. Zanin atendeu a um pedido do governo Lula contra a lei aprovada pelo Congresso que prorrogou até 2027 a desoneração.
LEIA: Câmara americana intima Rumble a entregar ordens de censura impostas por Moraes. Movimento segue investigação de denuncia de Musk e deve atingir as Big Techs Empresários temem que a decisão agrave a situação de insegurança jurídica no Brasil e impacte na manutenção de empregos e no preço das tarifas.
SAIBA: Redução imediata de impostos pode salvar empregos no Brasil “A construção trabalha com ciclos de produção e planejamento de longo prazo. É danoso para o setor que uma obra seja iniciada considerando uma forma de contribuição e que, no meio do processo, [a empresa] precise considerar um novo formato”, reagiu Renato Correia, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em nota.
MAIS: Governo Lula consegue recorde de endividamento do Brasil, e coloca Dilma em 2º lugar Acesse as notícias que enriquecem seu dia em tempo real, do mercado econômico e de investimentos aos temas relevantes do Brasil e do mundo pelo telegram Clique aqui. Se preferir siga-nos no Google News: Clique aqui. Acompanhe-nos pelo Canal do Whastapp.
Clique aqui MAIS: A “farsa do Arcabouço fiscal de Lula” é apresentada em relatório Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Fernando Pimentel, o assunto da desoneração já tinha sido resolvido pelo Congresso Nacional e a liminar coloca em risco a saúde financeira dos setores envolvidos, além de ameaçar a manutenção dos empregos no setor.
AINDA: George Soros financia esquerda com explosão de protestos de ódio a Israel, aponta New York Post ACESSO AO GRUPO VIP INVESTIDORES BRASIL Alertas em Tempo Real no WhatsApp Participe do nosso canal oficial Investidores Brasil e receba notícias exclusivas, análises de mercado e relatórios gratuitos diretamente no seu celular.
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Entrar no Canal Grátis “Se considerarmos a ter vários turnos do que já foi decidido pelo Congresso, teremos problema. As empresas, embasadas na promulgação da lei, já se planejaram, contrataram pessoas, precificaram seus produtos e mexeram em seus contratos de exportação. Precisamos de um ambiente que favoreça a contratação e preservação dos empregos, e para isso é preciso reduzir o custo do trabalho”, afirma Pimentel ao jornal O Globo.
Já a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo (Fetpesp) afirma ter recebido a decisão com “profunda indignação”, e reforçou que a liminar é “contrária à preservação dos empregos no país”. Segundo a federação, “as empresas do setor ainda estão se recuperando das perdas causadas pela pandemia, quando a circulação de pessoas ficou restrita”. Também alertou que a decisão impactará no preço da passagem de ônibus.
AINDA: Lula assina decreto que “golpea o direito a propriedade”, garantido na Constituição A liminar do ministro tem caráter provisório e será analisada pelos demais ministros no plenário virtual. A sessão terá início à meia-noite desta sexta (26) e vai até o dia 6 de maio. A prorrogação da desoneração da folha de pagamento para 17 setores e para municípios com até 156 mil habitantes foi aprovada pelo Congresso no ano passado.
No entanto, Lula vetou a iniciativa. Na sequência, o veto presidencial foi derrubado pelos parlamentares.
SAIBA: Governo quer interferir em negócios da Embraer com demais empresas privadas Na ação apresentada pela Advocacia-Geral da União (AGU), o governo argumentou que as medidas, aprovadas pelo Congresso em 2023, não tiveram a adequada demonstração do impacto financeiro, conforme exige a Constituição, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias. A petição foi assinada por Lula e pelo advogado-geral da União, Jorge Messias. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Assessoria Comercial (@agenciadesapeguix) Chega de receber informação controlada?
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Re Hunter - 4 de agosto de 2026 Economia e Dinheiro Indústria brasileira sofre tombo duas vezes maior que o previsto e mostra discrepância entre o discurso oficial e a força da desaceleração da economia Lucas Lopes Lopes - 4 de agosto de 2026 Governo Lula 3 PF pede terceiro inquérito contra Lulinha e amplia pressão sobre investigações que cercam o filho do presidente Lucy Costa - 3 de agosto de 2026 VOCÊ NA LISTA VIP RELACIONADOS Política Negativa inédita a diplomatas dos EUA desencadeia crise diplomática às vésperas da eleição e deixa o Brasil sem embaixadora em Washington Regiane Alves - 4 de agosto de 2026 INSS e Previdência Escândalo do INSS alcança o núcleo do Planalto: PF rastreia pagamentos de lobista ligada ao Careca do INSS para Marcola, enquanto chefe de gabinete... Re Hunter - 4 de agosto de 2026 Economia e Dinheiro Indústria brasileira sofre tombo duas vezes maior que o previsto e mostra discrepância entre o discurso oficial e a força da desaceleração da economia Lucas Lopes Lopes - 4 de agosto de 2026 Governo Lula 3 PF pede terceiro inquérito contra Lulinha e amplia pressão sobre investigações que cercam o filho do presidente Lucy Costa - 3 de agosto de 2026 PUBLICIDADE Empresários alegam que Lula ao acabar com a desoneração da folha em parceria com STF, gera insegurança jurídica e compromete empregos 28 de abril de 2024Atualização 28 de abril de 2024 By Lucy Costa A decisão do ministro Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula, em conceder uma liminar para suspender a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia preocupa empresários do setor. Zanin atendeu a um pedido do governo Lula contra a lei aprovada pelo Congresso que prorrogou até 2027 a desoneração.
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SAIBA: Redução imediata de impostos pode salvar empregos no Brasil “A construção trabalha com ciclos de produção e planejamento de longo prazo. É danoso para o setor que uma obra seja iniciada considerando uma forma de contribuição e que, no meio do processo, [a empresa] precise considerar um novo formato”, reagiu Renato Correia, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em nota.
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Clique aqui MAIS: A “farsa do Arcabouço fiscal de Lula” é apresentada em relatório Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Fernando Pimentel, o assunto da desoneração já tinha sido resolvido pelo Congresso Nacional e a liminar coloca em risco a saúde financeira dos setores envolvidos, além de ameaçar a manutenção dos empregos no setor.
AINDA: George Soros financia esquerda com explosão de protestos de ódio a Israel, aponta New York Post ACESSO AO GRUPO VIP INVESTIDORES BRASIL Alertas em Tempo Real no WhatsApp Participe do nosso canal oficial Investidores Brasil e receba notícias exclusivas, análises de mercado e relatórios gratuitos diretamente no seu celular.
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Entrar no Canal Grátis “Se considerarmos a ter vários turnos do que já foi decidido pelo Congresso, teremos problema. As empresas, embasadas na promulgação da lei, já se planejaram, contrataram pessoas, precificaram seus produtos e mexeram em seus contratos de exportação. Precisamos de um ambiente que favoreça a contratação e preservação dos empregos, e para isso é preciso reduzir o custo do trabalho”, afirma Pimentel ao jornal O Globo.
Já a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo (Fetpesp) afirma ter recebido a decisão com “profunda indignação”, e reforçou que a liminar é “contrária à preservação dos empregos no país”. Segundo a federação, “as empresas do setor ainda estão se recuperando das perdas causadas pela pandemia, quando a circulação de pessoas ficou restrita”. Também alertou que a decisão impactará no preço da passagem de ônibus.
AINDA: Lula assina decreto que “golpea o direito a propriedade”,
garantido na Constituição A liminar do ministro tem caráter provisório e será analisada pelos demais ministros no plenário virtual. A sessão terá início à meia-noite desta sexta (26) e vai até o dia 6 de maio. A prorrogação da desoneração da folha de pagamento para 17 setores e para municípios com até 156 mil habitantes foi aprovada pelo Congresso no ano passado.
No entanto, Lula vetou a iniciativa. Na sequência, o veto presidencial foi derrubado pelos parlamentares.
SAIBA: Governo quer interferir em negócios da Embraer com demais empresas privadas Na ação apresentada pela Advocacia-Geral da União (AGU), o governo argumentou que as medidas, aprovadas pelo Congresso em 2023, não tiveram a adequada demonstração do impacto financeiro, conforme exige a Constituição, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias. A petição foi assinada por Lula e pelo advogado-geral da União, Jorge Messias. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Assessoria Comercial (@agenciadesapeguix) A decisão do ministro Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula, em conceder uma liminar para suspender a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia preocupa empresários do setor.
Zanin atendeu a um pedido do governo Lula contra a lei aprovada pelo Congresso que prorrogou até 2027 a desoneração.
LEIA: Câmara americana intima Rumble a entregar ordens de censura impostas por Moraes. Movimento segue investigação de denuncia de Musk e deve atingir as Big Techs Empresários temem que a decisão agrave a situação de insegurança jurídica no Brasil e impacte na manutenção de empregos e no preço das tarifas.
SAIBA: Redução imediata de impostos pode salvar empregos no Brasil “A construção trabalha com ciclos de produção e planejamento de longo prazo. É danoso para o setor que uma obra seja iniciada considerando uma forma de contribuição e que, no meio do processo, [a empresa] precise considerar um novo formato”, reagiu Renato Correia, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em nota.
MAIS: Governo Lula consegue recorde de endividamento do Brasil, e coloca Dilma em 2º lugar Acesse as notícias que enriquecem seu dia em tempo real, do mercado econômico e de investimentos aos temas relevantes do Brasil e do mundo pelo telegram Clique aqui. Se preferir siga-nos no Google News: Clique aqui. Acompanhe-nos pelo Canal do Whastapp.
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Já a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo (Fetpesp) afirma ter recebido a decisão com “profunda indignação”, e reforçou que a liminar é “contrária à preservação dos empregos no país”. Segundo a federação, “as empresas do setor ainda estão se recuperando das perdas causadas pela pandemia, quando a circulação de pessoas ficou restrita”. Também alertou que a decisão impactará no preço da passagem de ônibus.
AINDA: Lula assina decreto que “golpea o direito a propriedade”, garantido na Constituição A liminar do ministro tem caráter provisório e será analisada pelos demais ministros no plenário virtual. A sessão terá início à meia-noite desta sexta (26) e vai até o dia 6 de maio. A prorrogação da desoneração da folha de pagamento para 17 setores e para municípios com até 156 mil habitantes foi aprovada pelo Congresso no ano passado.
No entanto, Lula vetou a iniciativa. Na sequência, o veto presidencial foi derrubado pelos parlamentares.
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