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Investidores BrasilConhecimento para a vida Investidores BrasilConhecimento para a vida Despesa do governo Lula com pessoal é recorde histórico e ultrapassa R$ 380 bilhões INVESTIDORES BRASIL Governo Lula 3Carreira 18 de novembro de 2024 Atualização 18 de novembro de 2024 By Eloisa Shoes Compartilhado Facebook X Pinterest WhatsApp Linkedin ReddIt Email Telegram As despesas com pessoal do governo federal alcançaram o maior valor da série histórica do Painel Estatístico de Pessoal: R$ 382,2 bilhões nos 12 meses encerrados em outubro de 2024. O montante representa um aumento real de 8% em relação ao mesmo período de 2023, já descontada a inflação. O valor abrange gastos com servidores ativos, aposentados e pensionistas.
SAIBA: Presidente do Banco Central prestes a deixar o cargo aponta preocupação quanto a sustentabilidade da economia com trajetória da dívida da gestão Lula Este salto nos gastos ocorre em um cenário de dificuldade para conter despesas públicas. Desde maio, as contas do governo têm registrado déficits primários, resultado de um desequilíbrio entre receitas e despesas, excluídos os custos com juros da dívida pública. Segundo os dados mais recentes, o governo federal contava, em outubro, com 1,2 milhão de servidores.
Deste total, 47,1% estavam na ativa, 32,9% eram aposentados, e o restante estava vinculado a regimes de pensão. Em relação ao ano anterior, as despesas por servidor aumentaram 7,7%, reflexo de reajustes e crescimento das remunerações. O levantamento revelou ainda uma disparidade nos salários: enquanto o menor vencimento no serviço público federal era de R$ 1,5 mil, os maiores salários ultrapassavam R$ 33,7 mil.
MAIS: Petrobras e demais estatais pagam milhões pelo “Janjapalooza” Acesse as notícias que enriquecem seu dia em tempo real, do mercado econômico e de investimentos aos temas relevantes do Brasil e do mundo pelo telegram Clique aqui. Se preferir siga-nos no Google News: Clique aqui. Acompanhe-nos pelo Canal do Whastapp. Clique aqui.
LEIA: Com Milei Argentina tem elevação de rating com queda O crescimento dos gastos com pessoal preocupa especialistas e integrantes do governo. A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, criticou os chamados “supersalários” – remunerações que ultrapassam o teto constitucional. Em declarações recentes, Tebet classificou tais pagamentos como “ilegais e imorais” e destacou que eles representam um entrave ao equilíbrio fiscal.
AINDA: BNDES usara R$12 bilhoes doFGTS em projetos de saneamento ainda não especificado ACESSO AO GRUPO VIP INVESTIDORES BRASIL Alertas em Tempo Real no WhatsApp Participe do nosso canal oficial Investidores Brasil e receba notícias exclusivas, análises de mercado e relatórios gratuitos diretamente no seu celular.
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Entrar no Canal Grátis Além disso, a adoção de mecanismos como o pagamento de verbas indenizatórias – conhecidas como “penduricalhos” – sem a limitação do teto constitucional tem ampliado os custos. Um projeto de lei em discussão permite a continuidade dessas práticas, reduzindo as possibilidades de economias estimadas em até R$ 4 bilhões.
MAIS: Ações brasileiras são rebaixadas pelo Morgan Stanley Enquanto tenta controlar o aumento das despesas, o governo federal discute um reajuste de até 30% para servidores em cargos comissionados e funções gratificadas. Desde 2023, foi concedido um reajuste de 9% ao funcionalismo público, mas sem atingir os salários de ocupantes de cargos de confiança. As crescentes despesas com pessoal reforçam os desafios do governo em promover uma reforma administrativa efetiva, enquanto o déficit fiscal e o aumento histórico nos gastos se tornam pontos centrais no debate sobre o futuro da política orçamentária brasileira.
AINDA: Janja cancela participação em evento do G20 Chega de receber informação controlada? Receba gratuitamente no seu e-mail aquilo que o mercado sabe mas não divulga. ✓ Informação independente
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Especialista em finanças pela PUC Minas Compartilhado Facebook X Pinterest WhatsApp Linkedin ReddIt Email Telegram Últimas Política Negativa inédita a diplomatas dos EUA desencadeia crise diplomática às vésperas da eleição e deixa o Brasil sem embaixadora em Washington Regiane Alves - 4 de agosto de 2026 Publicidade INSS e Previdência Escândalo do INSS alcança o núcleo do Planalto: PF rastreia pagamentos de lobista ligada ao Careca do INSS para Marcola, enquanto chefe de gabinete... Re Hunter - 4 de agosto de 2026 Economia e Dinheiro Indústria brasileira sofre tombo duas vezes maior que o previsto e mostra discrepância entre o discurso oficial e a força da desaceleração da economia Lucas Lopes Lopes - 4 de agosto de 2026 Governo Lula 3 PF pede terceiro inquérito contra Lulinha e amplia pressão sobre investigações que cercam o filho do presidente Lucy Costa - 3 de agosto de 2026 VOCÊ NA LISTA VIP RELACIONADOS Política Negativa inédita a diplomatas dos EUA desencadeia crise diplomática às vésperas da eleição e deixa o Brasil sem embaixadora em Washington Regiane Alves - 4 de agosto de 2026 INSS e Previdência Escândalo do INSS alcança o núcleo do Planalto: PF rastreia pagamentos de lobista ligada ao Careca do INSS para Marcola, enquanto chefe de gabinete...
Re Hunter - 4 de agosto de 2026 Economia e Dinheiro Indústria brasileira sofre tombo duas vezes maior que o previsto e mostra discrepância entre o discurso oficial e a força da desaceleração da economia Lucas Lopes Lopes - 4 de agosto de 2026 Governo Lula 3 PF pede terceiro inquérito contra Lulinha e amplia pressão sobre investigações que cercam o filho do presidente Lucy Costa - 3 de agosto de 2026 PUBLICIDADE Despesa do governo Lula com pessoal é recorde histórico e ultrapassa R$ 380 bilhões 18 de novembro de 2024Atualização 18 de novembro de 2024 By Eloisa Shoes As despesas com pessoal do governo federal alcançaram o maior valor da série histórica do Painel Estatístico de Pessoal: R$ 382,2 bilhões nos 12 meses encerrados em outubro de 2024. O montante representa um aumento real de 8% em relação ao mesmo período de 2023, já descontada a inflação. O valor abrange gastos com servidores ativos, aposentados e pensionistas.
SAIBA: Presidente do Banco Central prestes a deixar o cargo aponta preocupação quanto a sustentabilidade da economia com trajetória da dívida da gestão Lula Este salto nos gastos ocorre em um cenário de dificuldade para conter despesas públicas. Desde maio, as contas do governo têm registrado déficits primários, resultado de um desequilíbrio entre receitas e despesas, excluídos os custos com juros da dívida pública. Segundo os dados mais recentes, o governo federal contava, em outubro, com 1,2 milhão de servidores.
Deste total, 47,1% estavam na ativa, 32,9% eram aposentados, e o restante estava vinculado a regimes de pensão. Em relação ao ano anterior, as despesas por servidor aumentaram 7,7%, reflexo de reajustes e crescimento das remunerações. O levantamento revelou ainda uma disparidade nos salários: enquanto o menor vencimento no serviço público federal era de R$ 1,5 mil, os maiores salários ultrapassavam R$ 33,7 mil.
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LEIA: Com Milei Argentina tem elevação de rating com queda O crescimento dos gastos com pessoal preocupa especialistas e integrantes do governo. A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, criticou os chamados “supersalários” – remunerações que ultrapassam o teto constitucional. Em declarações recentes, Tebet classificou tais pagamentos como “ilegais e imorais” e destacou que eles representam um entrave ao equilíbrio fiscal.
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a adoção de mecanismos como o pagamento de verbas indenizatórias – conhecidas como “penduricalhos” – sem a limitação do teto constitucional tem ampliado os custos. Um projeto de lei em discussão permite a continuidade dessas práticas, reduzindo as possibilidades de economias estimadas em até R$ 4 bilhões.
MAIS: Ações brasileiras são rebaixadas pelo Morgan Stanley Enquanto tenta controlar o aumento das despesas, o governo federal discute um reajuste de até 30% para servidores em cargos comissionados e funções gratificadas. Desde 2023, foi concedido um reajuste de 9% ao funcionalismo público, mas sem atingir os salários de ocupantes de cargos de confiança. As crescentes despesas com pessoal reforçam os desafios do governo em promover uma reforma administrativa efetiva, enquanto o déficit fiscal e o aumento histórico nos gastos se tornam pontos centrais no debate sobre o futuro da política orçamentária brasileira.
AINDA: Janja cancela participação em evento do G20 As despesas com pessoal do governo federal alcançaram o maior valor da série histórica do Painel Estatístico de Pessoal: R$ 382,2 bilhões nos 12 meses encerrados em outubro de 2024. O montante representa um aumento real de 8% em relação ao mesmo período de 2023, já descontada a inflação. O valor abrange gastos com servidores ativos, aposentados e pensionistas.
SAIBA: Presidente do Banco Central prestes a deixar o cargo aponta preocupação quanto a sustentabilidade da economia com trajetória da dívida da gestão Lula Este salto nos gastos ocorre em um cenário de dificuldade para conter despesas públicas. Desde maio, as contas do governo têm registrado déficits primários, resultado de um desequilíbrio entre receitas e despesas, excluídos os custos com juros da dívida pública. Segundo os dados mais recentes, o governo federal contava, em outubro, com 1,2 milhão de servidores.
Deste total, 47,1% estavam na ativa, 32,9% eram aposentados, e o restante estava vinculado a regimes de pensão. Em relação ao ano anterior, as despesas por servidor aumentaram 7,7%, reflexo de reajustes e crescimento das remunerações. O levantamento revelou ainda uma disparidade nos salários: enquanto o menor vencimento no serviço público federal era de R$ 1,5 mil, os maiores salários ultrapassavam R$ 33,7 mil.
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MAIS: Ações brasileiras são rebaixadas pelo Morgan Stanley Enquanto tenta controlar o aumento das despesas, o governo federal discute um reajuste de até 30% para servidores em cargos comissionados e funções gratificadas. Desde 2023, foi concedido um reajuste de 9% ao funcionalismo público, mas sem atingir os salários de ocupantes de cargos de confiança. As crescentes despesas com pessoal reforçam os desafios do governo em promover uma reforma administrativa efetiva, enquanto o déficit fiscal e o aumento histórico nos gastos se tornam pontos centrais no debate sobre o futuro da política orçamentária brasileira.
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